Rendimentos muito acima do mercado e bonificação com a indicação de pessoas? Desconfie: pode ser pirâmide financeira!

pirâmides financeiras

Você já ouviu falar em pirâmides financeiras? Diferentemente do esquema de pirâmides chamados de marketing multinível, essas não vendem produtos, mas investimentos. “Elas prometem rendimentos que podem chegar a mais de 10% ao mês, bonificam quando você indica amigos e não detalham aonde investem. Também não são cadastradas junto aos órgãos fiscalizadores”, avisa Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

Muitas já quebraram e fecharam as portas, enquanto novas surgem – agora, prometendo também investimentos em criptomoedas, como Bitcoins, prática não recomendada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

E, por essas empresas não serem regulamentadas, diante de uma falência, o dinheiro do investidor não está garantido, conferindo prejuízos – e, muitas vezes, desestabilizando toda a vida financeira dele!

Como identificar pirâmides financeiras?

As pirâmides financeiras possuem algumas características fáceis de serem identificadas. Primeiro, prometem retornos muito rápidos e muito altos: algumas oferecem rendimentos de até 10% ao mês. “Se os juros prometidos estiverem muito acima da Selic (6,5% ao ano), desconfie”, diz Marcela.

Outro fator para ficar ligado é a insistência para que o investidor convide os amigos para participar do esquema, com a promessa de ganhar uma comissão sobre a taxa de adesão dos entrantes ou sobre os rendimentos que eles obtiverem. Aliás, a própria cobrança da taxa de adesão já deve deixar o consumidor alerta.

Por cautela, sempre que receber uma oferta de produto ou serviço financeiro que desconheça, procure instituições autorizadas pelas entidades governamentais responsáveis, como o Banco Central e a CVM. “Caso eles tenham alguma restrição com relação à instituição, o recomendável é não investir”, indica a economista.

Por que as pirâmides financeiras não são investimentos?

Um investimento, em termos econômicos, é capital que se aplica com o intuito de obter rendimentos a prazo, como a compra de um ativo financeiro com a expectativa de que ele se valorize no futuro ou gere renda ao longo do tempo.

Já o funcionamento (e o lucro) das empresas chamadas de pirâmides financeiras é dado pelo ingresso e recrutamento de novas pessoas, o que as torna não sustentáveis no longo prazo, já que em algum momento isso se esgota.

Na prática, ao “investir” em uma empresa pirâmide, você paga um valor para entrar no negócio e, depois, ganha uma parcela do ingresso de novos integrantes indicados por você.

“É muito provável que o dinheiro esteja apenas percorrendo toda a pirâmide até o topo, ou seja, seus idealizadores. Isso quer dizer que mesmo que seja possível ganhar algum dinheiro com esta modalidade, o resultado mais provável é a perda do capital”, diz Marcela.

Caiu nessa? Veja o que fazer

A prática de pirâmides financeiras é considerada crime no Brasil. “Caso se sinta prejudicado, você pode ir a uma delegacia prestar queixa ou ainda procurar um advogado para que ele o auxilie na busca pela reparação”, aconselha o advogado especialista em direito do consumidor, Edgard Dolata.

Caso você já tenha investido parte do dinheiro no esquema, transfira os valores para uma instituição segura imediatamente.

Como saber se uma instituição financeira é segura?

Instituições financeiras, como bancos e corretoras, fazem o intermédio entre o consumidor e um serviço financeiro, como um investimento, um financiamento, um empréstimo ou outros serviços. Elas sempre devem ter registro no http://www.bcb.gov.br/pt-br#!/home', Banco Central ou na http://sistemas.cvm.gov.br/', CVM.

Se lhe foi ofertado algum “investimento” que funciona como pirâmide, verifique se a instituição tem registro na autoridade competente. Caso negativo, não entre nessa!

 

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

0
0
0
s2smodern

Saiba como curtir ao lado dos filhos de maneira econômica – e inesquecível!

Julho é o mês das férias escolares das crianças e é o momento perfeito para que elas possam recarregar as energias para enfrentar o segundo semestre cheias de disposição e, é claro, de boas histórias para contar. E você não precisa sair da sua cidade para proporcionar bons momentos aos pequenos. Existem diversas formas criativas e divertidas de entretenimento que não comprometem o orçamento.

“Julho é alta temporada para viajar pelo Brasil. Mas existem programas que podem ser interessantes e não necessariamente caros. Vale verificar no site da prefeitura da sua cidade as atividades culturais, geralmente gratuitas, para essa época. E, antes, faça sempre uma programação e um planejamento financeiro”, sugere o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

“É bastante possível se divertir com as crianças sem que isso necessariamente gere custos. Basta usar a criatividade e ter disposição para propor brincadeiras e atividades. Há diversas páginas nas redes sociais, blogs e sites que podem ajudar nessa tarefa, dando alguma inspiração do que fazer com os pequenos”, completa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Quer algumas opções? Separamos ideias divertidas – e quase sem custo algum – para você organizar e tornar os próximos 30 dias mais alegres para as crianças:

Sessão pipoca

Com o frio dessa época do ano, que tal organizar uma sessão de cinema, debaixo das cobertas, com as crianças? Deixe que elas escolham o filme e aproveite o momento para ensiná-los também a preparar o ambiente, com direito a fazer pipoca sozinhas.

Supervisionando sempre, deixe que elas preparem as guloseimas. Você pode ainda explicar como o milho vira pipoca e exibir https://www.youtube.com/watch?v=8sQJmz9-89s', 'esse vídeo'); esse vídeo, que é super interessante.

Experiências divertidas

Mudar a cor das flores, fazer uma vela flutuar, customizar camisetas com materiais reciclados, encher balões utilizando garrafas e muitas outras experiências fáceis e interessantes, você pode fazer com as crianças com ajuda de dois vídeos que selecionamos para você: confira https://www.youtube.com/watch?v=4nd9FeUcvqM',  e https://www.youtube.com/watch?v=PXMo2RU_Jfo', 'aqui');">aqui.

Lembre-se de sempre supervisionar e ajudar, principalmente quando a experiência requer mexer com fogo, tesoura ou outros itens que podem machucar. Essa supervisão é importante também para evitar o desperdício de ingredientes!

Atividades ao ar livre

Com as temperaturas mais baixas, passar uma tarde ao sol e praticar atividades físicas pode ser uma opção para os pequenos movimentarem o corpo e gastarem a energia acumulada.

Que tal combinar com os amigos uma tarde de piquenique? Aproveite os dias de semana, em que os parques são mais vazios, prepare lanchinhos em casa com as ajuda das crianças e pronto.

Espetáculos

Aproveite as férias de julho para fazer programas culturais. Por isso, confira a programação de sua cidade dos musicais e espetáculos infantis. Nessa época, muitos são de graça ou possuem valores simbólicos.

É possível ainda deixar crianças maiores irem sozinhas com seus amiguinhos. “Nesse caso, para que não haja gastos excessivos, estipule previamente o valor que cada uma poderá gastar com pipoca ou outros itens e já dê o dinheiro a elas. É um bom exercício de educação financeira”, diz Marcela.

Receber amiguinhos em casa

É hora de socializar! Chame os coleguinhas da escola, primos ou vizinhos para um dia de brincadeiras em sua casa. Peça para os pais de cada um enviarem um prato de comida para que não saia pesado para você.

Então, deixe que se divirtam com jogos educativos, videogames e até mesmo experiências de química citadas antes.

Para aguçar o senso de responsabilidade dos filhos, vale a pena deixá-los encarregados de convidar a todos e avisar da programação, bem como ajudar no preparo de alguns lanches e da organização da casa após a bagunça terminar.

O mesmo vale para quando seu filho for passar a tarde fora na casa de algum amigo. Explique as regras de comportamento e ajude-o a preparar algum mimo para levar, como sanduíches ou docinhos, agradecendo ao coleguinha e a seus pais pela hospitalidade.

Tarde de jogos antigos

Xadrez, damas, dominó, jogos de tabuleiro, amarelinha, pular elástico… Muitas brincadeiras que já foram moda há algumas décadas, hoje são praticamente desconhecido pelas crianças.

Então, que tal aproveitar alguns dias para compartilhar novas (velhas) experiências com as crianças? Com um pouco de criatividade e paciência, essas brincadeiras ajudam a estreitar laços e criar memórias. Para tornar a experiência ainda melhor, que tal convidar os amiguinhos para um campeonato?

Acampamento em casa

Não vai viajar? Não faz mal! Você pode montar um acampamento em casa. Se tiver quintal, a brincadeira fica ainda mais emocionante. Monte barracas para que as crianças passem uma noite fora. Ensine-os a montar o equipamento e a organizar toda a estrutura de um acampamento, deixando com que eles associem a experiência a algo seguro e calmo, para que possam acampar de verdade quando maiores.

Se você não tem quintal, use a criatividade e transforme sua própria casa em um camping! Seja com barracas de verdade ou com cadeiras e cobertores na sala mesmo, a dica é tornar a noite divertida e curtir o momento inusitado ao máximo.

Viagem de fim de semana

Quer sair da cidade no fim de semana? Então, para não gastar muito, esqueça os destinos mais famosos (consequentemente mais caros). Deixe-os para outras épocas do ano. O Brasil é muito grande e, muitas vezes, focamos apenas nas cidades famosas, esquecendo-nos de que há muitas outras opções atrativas.

Para baratear a hospedagem, além de usar https://www.airbnb.com.br/', você pode convidar casais de amigos que também tenham filhos para fazerem uma viagem conjunta. “Isso reduz os gastos da família – já que você vai dividir o valor com outras pessoas – além de trazer mais diversão para as crianças, que terão mais amigos da idade delas por perto”, sugere Marcela.

Aproveitar para visitar familiares ou amigos distantes e que possam te receber em casa também pode ser uma ideia divertida e com custos reduzidos de hospedagem. É importante apenas verificar a disponibilidade e as melhores datas para os seus anfitriões antes.

 

Fonte: Meu Bolso Feliz

0
0
0
s2smodern

Fique esperto: conheça as principais fraudes de identidade e evite prejuízos em seu bolso!

golpes financeiros

Você sabia que, ao perder seu documento de identidade, CPF ou cartão de crédito, você pode ficar vulnerável aos golpes financeiros chamados de fraudes de identidade? O mesmo pode ocorrer se você digitar seus dados pessoais em sites inseguros. Criminosos podem usar esses dados para abrir contas, fazer compras ou ainda realizar transações financeiras por você, sem que você se dê conta.

“A prevenção ainda é a melhor solução”, diz o advogado especialista em direito empresarial e do consumidor, Edgard Dolata. Mas, para se prevenir, é preciso conhecer os golpes mais comuns. Confira:

As fraudes de identidade mais comuns:

1- Abertura de conta bancária: com um documento de identidade que você perdeu, o golpista abre uma conta em um banco, utilizando-se de todos os tipos de produtos financeiros a ele disponibilizados, como cartões, cheques e empréstimos pré-aprovados, causando inúmeros prejuízos.

Previna-se: Mantenha-se atento a seus documentos. Em caso de roubo ou perda, faça um boletim de ocorrência na mesma hora.

Existem também dois serviços do SPC Brasil para ajudar o cidadão que perdeu seus documentos a prevenir fraudes. O https://www.spcbrasil.org.br/consumidor/spc-alerta-de-documentos', SPC Alerta de Documentos e o https://www.spcbrasil.org.br/produtos/produto/45-spc-avisa', SPC Avisa. Ao contratá-lo, o consumidor recebe informações sempre que seu nome for incluído, excluído ou alterado no banco de dados do SPC Brasil, seja por e-mail ou SMS.

2- Emissão de cartão de crédito: utilizando-se de documentos falsos ou roubados, os golpistas solicitam a emissão de um cartão de crédito aos bancos ou demais operadoras. Com isso, fazem uso dos limites disponíveis, deixando a conta para o CPF da vítima.

Em caso de roubo ou perda de documentos, é necessário registrar um boletim de ocorrência, que pode ser feito online mesmo.

3- Aquisição de bens com cartão de crédito: ao efetuar uma compra em um site inseguro, o consumidor acaba digitando seus dados do cartão de crédito, que são roubados e utilizados por criminosos para realização de novas transações.

Com compras online, todo cuidado é pouco. Não se cadastre em sites que não sejam de confiança e, sempre antes de efetuar uma compra, verifique se ele tem a verificação “https://” na barra de endereço do navegador. Ela indica que o endereço é seguro. Há também certificados que ativam um destaque ou a imagem de um cadeado na barra do navegador. Fique atento!

4- Solicitação de informações por meio de sites falsos, e-mails ou SMS: é comum sermos surpreendidos com solicitações de confirmação de informações por e-mails ou SMS. Jamais informe suas senhas, número de cartões ou dados pessoais por esses meios. Saiba que instituições financeiras não os solicitam.

Também não é indicado clicar em links que cheguem por e-mails de remetentes desconhecidos ou digitar seus dados em sites com erros de digitação, sem o logotipo da empresa ou que pareçam falsos.

Por fim, evite fazer qualquer tipo de transação financeira por meio de computadores públicos ou conectados em redes públicas de internet. Após utilizar esse tipo de conexão, finalize seus acessos no sistema, fazendo logout de suas contas.

5- Falsas financeiras: solicitar um empréstimo oferecido em anúncios de jornal, em panfletos na rua ou por telefone pode ser perigoso. Geralmente, as falsas financeiras oferecem facilidades demais ou pedem depósitos de garantia e, depois, somem, te deixando com o prejuízo ou roubando seus dados.

Por isso, desconfie de facilidades que fogem do padrão do mercado – e cheque no http://www4.bcb.gov.br/fis/cosif/rest/buscar-instituicoes.asp', site do Banco Central se a financeira é cadastrada antes de assinar o contrato.

O que fazer se você foi vítima dessas fraudes?

Faça um boletim de ocorrência e, imediatamente, procure a empresa fornecedora do serviço (banco, cartão de crédito). Ela adotará as medidas necessárias para a reversão do problema. “Caso os danos não sejam solucionáveis administrativamente, você poderá solicitar ajuda do PROCON ou procurar o auxílio de um advogado para orientá-lo”, diz Dolata.

 

Fonte: Meu Bolso Feliz

0
0
0
s2smodern

É possível viver (feliz) o presente e, ao mesmo tempo, poupar para o futuro! Veja como:

Imagine ter liberdade para fazer escolhas que lhe permitam aproveitar a vida e ser feliz! E mais: conseguir guardar dinheiro para imprevistos, ter compromisso com seus objetivos financeiros e controle total sobre suas finanças!

bem-estar financeiro

Segundo uma metodologia desenvolvida pelo Consumer Financial Protection Bureau (CFPB), órgão americano de proteção ao consumidor, esses são os quatro pilares que indicam como anda seu bem-estar financeiro.

Em março de 2018, esses pilares foram aplicados em uma pesquisa com consumidores de 12 capitais brasileiras, com o objetivo de mensurar como anda o bem-estar financeiro por aqui.

Os resultados mostraram que, em uma escala de 0 a 100, o indicador do consumidor encontra-se em 48. “Isso indica que grande parte das pessoas ainda não se deu conta que o imediatismo com relação às finanças influencia no bem-estar de forma geral”, analisa José Vignoli, educador financeiro do SPC.

Na prática, apenas 11% dos brasileiros conseguem lidar com despesas inesperadas e a preocupação com a possibilidade do dinheiro acabar amedronta cerca de 28% das pessoas, que mostram não ter controle sobre as próprias finanças. E mais: expressivos 55% afirmaram que não fazem nada para assegurar seu futuro financeiro – apenas 12% têm condições de aproveitar a vida por causa da forma que administra o dinheiro.

Quer mudar esse panorama? Comece por você! Viver de bem com as finanças não é só ter dinheiro sobrando no bolso, mas saber investir para assegurar o futuro, aproveitar o presente e poder lidar com imprevistos a qualquer momento. A gente indica o caminho:

1o pilar: proteção contra imprevistos

Imprevistos acontecem. Poder contar com uma reserva própria, nesses casos, evitará muitas noites em claro. Segundo a pesquisa, apenas 11% das pessoas têm alguma reserva para lidar com despesas inesperadas.

Mas, como criar essa reserva? “Esperar sobrar o dinheiro para guardar pode ser uma armadilha. Os apelos do consumo estão por toda parte e é muito fácil ceder”, diz Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil. Afinal, se o dinheiro está à mão, quando você se der conta, já teve gastos que poderiam ser evitados. “A reserva deve ser encarada como um compromisso mensal. Mesmo que seja pouco, pois mês após mês a quantia vai crescendo com o reforço dos juros. Ao poupar, você ainda afasta o mau hábito de terminar o mês no vermelho, ou seja, em vez de pagar juros, vai receber”, completa.

Agora, para iniciar sua reserva, é preciso primeiro pagar as dívidas, caso existam. “Dependendo da modalidade em que dívida está contratada, ganha-se mais antecipando o pagamento e obtendo um desconto do que investindo em alguma aplicação. Em resumo, primeiro livre-se dos juros; depois, comece a juntar para receber juros”, explica Marcela.

É importante também rever passo a passo o que levou ao endividamento para evitar cair nessa mesma armadilha no futuro. “Geralmente um estilo de vida fora da realidade financeira acaba levando as pessoas a se endividaram”, diz Vignoli.

2o pilar: controle sobre as finanças

Você controla suas finanças ou elas te controlam? Segundo a pesquisa, a situação financeira controla a vida de 31% dos consumidores. E este problema amedronta as casas brasileiras: a preocupação com a possibilidade de o dinheiro acabar descreve cerca de 28% dos consumidores.

Como mudar essa situação? O primeiro passo é confrontar a realidade. Coloque na ponta do lápis todos os gastos e ganhos. Então, é preciso agir, ou seja, estabelecer prioridades e cortar gastos. “Reorganizar o orçamento pode levar tempo, mas faz diferença no fim do mês. Se não cortar gastos, o único jeito de conseguir um alívio no orçamento é aumentando os ganhos”, diz Marcela.

“Reveja seu estilo de vida e tome consciência de que você comanda o seu dia a dia”, completa Vignoli.

3pilar: compromisso com os objetivos financeiros

Mais da metade dos consumidores (55%) não está assegurando seu futuro financeiro e 61% nunca ou raramente têm dinheiro sobrando no fim do mês.

Apesar desses altos números, o brasileiro se mantém otimista: 46,6% acreditam que, por causa da sua situação financeira, terão aquilo que querem na vida.

“As pessoas não se dão conta de que o tempo passa e que é preciso estabelecer um compromisso com os objetivos financeiros o quanto antes”, explica Vignoli. Para ele, é necessário conversar sobre dinheiro em casa, inclusive, com as crianças, e criar um compromisso honesto com você mesmo – assim como pagar as contas, o dinheiro para investir precisa ser levado a sério.

Na prática, você precisará se comprometer com três tipos de reserva: para emergências, para aposentadoria e para os sonhos de consumo.

  • Comece pela reserva de emergência, e quando tiver uma quantia considerada segura, que varia de acordo com cada família, pense nas outras duas. Como regra de bolso, você pode considerar seis vezes o seu salário.
  • A reserva para aposentadoria irá depender do padrão de vida que você quer alcançar na velhice;
  • No caso da reserva para o sonho de consumo, estabeleça uma previsão de quando pretende alcançá-lo e, mais importante, quanto esse sonho custará. É com base nisso que você irá definir o valor a ser poupado mensalmente.

4O pilar: liberdade para fazer escolhas que lhe permitam aproveitar a vida

O controle financeiro não deve sufocar as possibilidades de aproveitar a vida – não se deve trabalhar apenas para poupar. O bem-estar financeiro configura também como você está no momento presente, se você usufrui do dinheiro que ganha.

Quando questionadas, apenas 12% das pessoas têm condições de aproveitar a vida por causa da forma que administra o dinheiro – e 55% dizem não possuir condições para isso. Dar um presente a alguém, exemplo de gasto simples e eventual, prejudicaria 26% dos consumidores nos dias de hoje.

“É preciso lembrar que o conceito de bem-estar financeiro prevê que o consumidor possa desfrutar o presente. Mas, cria-se um problema quando o foco no presente compromete o futuro. Uma dica bastante prática é, após ter suas reservas financeiras, destinar uma parte do orçamento para o lazer e, claro, permanecer dentro desse limite”, conta Marcela. Lembre-se também que nem todos os prazeres da vida são relacionados aos bens materiais!

 

Fonte: Meu Bolso Feliz

0
0
0
s2smodern

Aprenda o melhor jeito de fazer suas compras e nunca mais feche o mês no vermelho!

boas compras

Será que tudo o que você compra é realmente necessário? Você pesquisa estabelecimentos e preços antes de fechar negócio? Analisa as formas de pagamento, a fim de escolher a melhor para seu bolso? Pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostrou que 45% das pessoas nunca ou somente às vezes conseguem resistir às promoções e comprar apenas aquilo que está planejado.

Isso acontece, em grande parte, porque não sabem avaliar suas reais necessidades e não pesquisam sobre as possibilidades antes da compra, adquirindo itens que não precisam por impulso.

Mas como avaliar se a compra é necessária mesmo? Para ajudá-lo, elaboramos o guia Os 6Ps da Boa Compra.

Antes de comprar qualquer produto ou serviço, você deve analisar os 6Ps: produto, propósito, ponto de venda, preço, pagamento e possibilidades. Parece difícil? A economista-chefe do SPC, Marcela Kawauti, dá o passo a passo:

boas compras

É importante avaliar se as características do produto ou serviço que você deseja adquirir são condizentes com suas necessidades ou as ultrapassam. Fique atento a modismos e incentivos publicitários, pois eles podem te influenciar na decisão e prejudicar seu bolso. Por isso, tente se desvencilhar deles e analisar cada produto muito bem antes de comprar.

Diversos e-commerces permitem que você compare dois ou mais produtos antes de incluí-los no carrinho de compras. Portanto, conheça e analise cada característica do item com cuidado. De repente, você não precisa de um produto cheio de funções, podendo optar por um modelo mais básico e barato.

2. Propósito – por que comprar?

“Sempre antes de comprar um produto ou adquirir um serviço, pergunte-se o porquê: por que estou comprando esse item? É por que o meu antigo quebrou? É por que vai facilitar minha vida? Ou é por que todo mundo está comprando?”, sugere.

Ainda: questione-se se você realmente gostou do item ou se está sendo influenciado pela moda. Analise também se você já tem algo semelhante e que cumpre o mesmo propósito.

As respostas lhe indicarão se deverá manter sua intenção de compra – e continuar analisando os próximos Ps – ou se poderá esperar e encontrar algum substituto para o item. Elas também lhe ajudarão a não comprar itens por impulso e evitar que seu orçamento estoure no fim do mês.

3. Ponto de venda – onde comprar?

Se seu propósito for válido, é hora de analisar onde comprar. Não estamos falando apenas da loja, mas das condições de compra, garantia, qualidade do produto ou prestação de serviço e reputação da loja ou marca.

“Talvez, em algum lugar, o serviço seja mais caro do que a média, mas a qualidade e a garantia sejam mais vantajosas. Se você puder pagar por isso sem prejudicar seu orçamento, por que não fazer essa escolha? Tudo gira em torno de comparação e de avaliar suas reais necessidades”, diz Marcela.

4. Preço – quanto pagar?

Quanto custa o produto ou serviço que você precisa comprar? Pesquise em lojas físicas e na internet. Sites comparadores, como o https://www.buscape.com.br', 'Buscapé');">Buscapé, podem te ajudar nessa tarefa.

Você deve também avaliar o custo-benefício do item – aproveite a internet para fazer sua pesquisa. Leia avaliações de outros usuários não apenas sobre o produto, mas sobre o serviço da loja, como atendimento, demora na entrega e pós venda.

“Se você sabe que determinado produto é mais barato, mas que, segundo outros usuários, tem uma qualidade inferior, talvez valha a pena esperar para comprar outra marca, que poderá utilizar por mais tempo”, orienta a economista.

5. Pagamento – como pagar?

A regra é clara: é sempre melhor pagar à vista. “Questione sempre sobre os descontos. Principalmente em se tratando de serviços, muitos locais dão desconto para pagamento à vista. No caso das compras online, escolha a opção de pagamento no boleto, que geralmente tem de 5% a 10% off”, conta Marcela.

Se precisar parcelar, atente-se para os juros – pesquise as condições de pagamento em várias lojas para achar a melhor taxa de juros. “A compra só deve ser feita dessa forma quando realmente não der para esperar. Nessas horas, a reserva financeira para imprevistos faz toda a diferença, evita o pagamento de juros do parcelado”, diz.

6. Possibilidade – quando comprar?

Será que essa compra pode esperar? Respeite sempre seu orçamento – planeje qualquer gasto. De repente, vale a pena aguardar o momento de liquidação e promoção, como a troca de estação nas lojas, ou ainda ter dinheiro para pagar à vista e barganhar um desconto.

Lembre-se ainda que as compras já previstas devem estar dentro do orçamento do mês. Exemplo: janeiro é mês de comprar material escolar. Esse gasto já deve estar previsto no seu planejamento de início do ano.

Também vale deixar uma quantia separada para as compras esporádicas, mas que estejam dentro da sua realidade financeira. Exemplo: no próximo mês, depois de pagar todas as contas fixas, vou direcionar X para a reserva financeira e Y para comprar uma blusa nova ou me dar algum item não essencial de presente. “O importante é respeitar os limites que você estipulou”, observa Marcela.

 

Fonte: Meu Bolso Feliz

0
0
0
s2smodern