Na dia 04 de dezembro, às 10hs, na sede da CDL Guarapari, foi sorteada a primeira moto da Promoção: Tem Prêmio no Ar, a contemplada foi a Sr. Débora Ferreira Conceição, que realizou sua compra na Loja Magazin Grande Rio - Aeroporto, no dia 23 de novembro.

A moto já se encontra no Shopping Guarapari, e a entrega deverá ser feita nos próximos dia.

O sorteio da segunda moto será no dia 27/12 e no dia 29/12 será sorteado o carro 0km.

Ainda dá tempo de participar.

Acesse o site http://www.tempremionoar.com.br/ faça seu cadastro, compre nas lojas participantes e concorra a vários prêmios.

 

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Condição de descontos para o consumidor:

 Dívidas de 6 a 12 meses de vencimento, isenção dos juros e multas, ou seja, a cobrança será realizada no valor integral registrado no SPC Brasil | Serasa para pagamento à vista; ficando a critério da empresa o parcelamento.

 Dívidas 12 a 24 meses de vencidos, isenção dos juros e multas e abatimento de 5% do valor capital para pagamento à vista; ficando a critério da empresa o parcelamento.

 Dívidas superiores a 24 meses de vencidos, isenção dos juros e multas e abatimento de 10% do valor capital para pagamento à vista; ficando a critério da empresa o parcelamento.

*Cobrança de débito que está em ação judicial.

Fica a critério da empresa participante da promoção, a aplicabilidade das condições da campanha, de créditos de cobrança advindos de ações executórias em processo de tramitação.

Lojas participantes:

- Bazar Grande Rio;

- Dismagua;

- Lutex Centro;

- Lutex Muquiçaba;

- Q' Joia Modas Centro;

- Q' Jóia Modas Muquiçaba;

- Q' Jóia Modas Shopping;

- Q' Jóia Modas Store;

- Magazin Grande Rio Aeroporto;

- Magazin Grande Rio Centro;

- Magazin Grande Rio Muquiçaba;

- My Dreams;

- Náutica Sports;

 

* Sujeito a negociação com a empresa!

 

 

 

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Descubra como garantir um Natal tranquilo e com mais dinheiro no bolso

Chega essa época do ano e muita gente pensa que poderia ganhar uma graninha extra para poder comprar  presentes, fazer uma ceia gostosa e, até, ajudar um pouco no orçamento da família. O problema é que, a maioria das pessoas não sabe por onde começar. Uma boa ideia é buscar habilidades e hobbies que se transformem em uma renda extra. É possível também procurar opções no mercado. Por isso, resolvemos listar dicas para quem está disposto a sair da zona de conforto, colocar a mão na massa e  dar uma aliviada no bolso. Fique de olho.

Invista no seu talento

Para Sabrina Espindola, coach que atua diretamente com desenvolvimento pessoal, o primeiro passo é tentar usar uma habilidade ou hobbie para vender algum produto ou serviço no Natal e Ano Novo. “Pense no que você gosta de fazer e como poderia ganhar um dinheiro extra com serviços que enchem os olhos das pessoas no fim do ano”, sugere. Entre as opções: comidinhas, trabalhos artesanais e personalizados, doces e salgados caseiros, entre outros. Aqui, a sacada é investir no que você sabe fazer nas horas vagas, sem atrapalhar o dia a dia de trabalho.

Se gostou da ideia de usar suas habilidades e ganhar dinheiro com isso, siga o passo a passo sugerido pela coach:

1) Analise

Qual demanda você teria habilidade para solucionar? Afinal, não adianta oferecer uma ceia deliciosa para as pessoas se você não gosta de cozinhar, certo? Por outro lado, se você gosta, por exemplo, de costurar, pode pensar em fazer pequenos mimos e lembrancinhas para as pessoas comprarem e presentearem familiares e amigos.

2) Faça um Modelo

Faça um modelo como teste do que pretende vender e, depois, coloque tudo na ponta do lápis. Se o investimento inicial for alto, por exemplo, ele terá que ser repassado nos valores aos consumidores. Tudo depende do produto ou serviço que será vendido e de quem é seu público-alvo. Por isso, planejamento é tudo!

3) Estratégia de Venda

A venda será pela internet ou pessoalmente? Talvez os dois? Um bom ponto de partida para começar a vender é criar um relacionamento com os potenciais clientes oferecendo alguma degustação ou conteúdo do produto ou serviço. Sabemos que você tem pressa e quer começar a ganhar logo, mas organizando esse passo a passo, seu objetivo fica mais claro e as chances de sucesso maiores. Para te ajudar, fale com os amigos, vizinhos e anuncie nas redes sociais.

Fique de olho nas demandas do mercado

Outra opção é procurar oportunidades que surgem no fim do ano. Trabalhar em lojas que aumentam o quadro de funcionários nessa época é uma ótima alternativa. Você pode procurar vagas temporárias.

Mas as opções não acabam ai. Você também pode:

Revender  produtos: Você pode vender a mercadoria para familiares, amigos e pessoas próximas, e ainda tem o benefício de estar vendendo algo que as pessoas já conhecem.São inúmeras as possibilidades para se trabalhar com revenda de produtos: cosméticos, roupas, bijuterias, lingerie.

Dê aulas: Se você sabe falar inglês ou outra disciplina como português e matemática, fique de olho porque muitos pais procuram aula de reforço para os filhos no fim do ano. Outra opção é organizar cursos que podem ser do interesse das pessoas. Se você conhece bastante de algum assunto, a plataforma https://www.beved.com.br', 'Beved');">Beved pode ser uma boa opção. Nela, o usuário tem uma infinidade de cursos disponíveis sobre vários assuntos. Se você tem algo a ensinar, você pode se cadastrar na plataforma e criar um curso online que será oferecido a todos os usuários da plataforma.

Passeie com cachorros (ou ofereça sua casa para abrigar pets): trabalhar com pets pode render uma grana boa no fim do ano. Muitas famílias querem viajar e não tem com quem deixar os animaizinhos ou precisam de alguém para dar comida e passear com eles. E esse alguém pode ser você. Converse com a vizinhança e com os amigos e se ofereça para o serviço.

Use os apps a seu favor: Uber, Singu, Lavô. Sabe o que eles têm em comum? São plataformas que oferecem serviços para terceiros e funcionam da mesma maneira. Caso esteja interessado em trabalhar, é preciso entrar no app e se cadastrar.

 

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

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Comparar preços só traz benefícios. O principal deles: você vai gastar menos!

Provavelmente, não foram poucas às vezes em que você recebeu conselhos para pesquisar antes de comprar algo ou pagar por um serviço. No entanto, mesmo assim, o impulso ainda é um dos grandes responsáveis pela maioria das suas aquisições. E saiba que você não é o único. Segundo pesquisa realizada pelo SPC Brasil, 21% dos brasileiros não fazem pesquisa de preço na hora das compras e 71% dos entrevistados concordam que não têm tempo para buscar ofertas.

“A vida que levamos nos deixa mais ansiosos. A correria do dia a dia faz com que as pessoas queiram possuir as coisas imediatamente, deixando de lado a pesquisa apurada”, avalia José Vignoli, educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz. O problema é que esse hábito impulsivo faz com que consumidores gastem mais, comprem produtos mais caros, pouco úteis ou apenas adquiram algo porque estão na loja ou encontraram qualquer coisa mais barata do que o habitual. “O consumidor deve entender que é dono do próprio tempo e precisa revisar hábitos, saber quando a pesquisa vale a pena e, assim, economizar e fazer boas compras”, conclui.

Com base nisso, O Portal Meu Bolso Feliz produziu o manual da pesquisa de preço e explica para você, consumidor, quando  buscar melhores preços e como fazer isso da melhor forma. José Vignoli complementa as dicas e apresenta as táticas e as vantagens de pesquisar antes de comprar.

Antes de tudo, entenda quanto vale o seu tempo

A tática essencial para saber se a pesquisa vale seu tempo é descobrir quanto custa a sua hora. Para isso, divida quanto você ganha pelo número de horas que você trabalha.

Exemplo 1: Salário – R$2.000 /160 (horas trabalhadas) = R$12,50 (valor do seu tempo por hora).

Exemplo 2: R$1.000/160= R$6,25 (valor do seu tempo por hora).

A partir do valor encontrado, você descobre como pesquisar e quantas horas do dia você deve dedicar fazendo essa busca. Afinal, se você nunca tem tempo para nada, pegar o carro para visitar três diferentes lojas precisa te render uma economia mais significativa ou você corre o risco da pesquisa custar mais do que o desconto. Por outro lado, se você tem uma vida mais tranquila e consegue reservar bastante tempo para esse hábito, um desconto menor é valioso  e a pesquisa passa a valer seu esforço.

Descubra como pesquisar cada item

1 -Eletrônicos, eletrodomésticos, móveis e outros itens de maior valor: a internet é uma ótima ferramenta de busca e a pesquisa é fundamental. Como a compra, nesse caso, se limita a um bem de maior valor, o consumidor deve usar a pesquisa para consultar preços, modelos, marcas e especificações.

2- Remédios: Nunca deixe de pesquisar esse item, indo em, pelo menos, três estabelecimentos. Segundo pesquisa da Fundação Procon-SP, realizada em farmácias e drogarias da capital paulista, os genéricos são 56,63% mais baratos do que os de referência. E mais: entre os medicamentos genéricos, a diferença de preços é de até 1.132%. Ou seja, um medicamento que custa R$1 em uma farmácia pode chegar a R$12 em outra.


3- Supermercado: se você faz compras mensais, sempre reserve algumas horas para checar valores. Para facilitar a busca, foque nos itens mais caros como carnes e verduras, pois a probabilidade de gastar mais com esses produtos é grande. Outra dica valiosa é pesquisar quais as frutas de cada estação, muito mais baratas e saborosas. A pesquisa pode ser feita apenas uma vez e te fará economizar sempre.

4- Roupas: tente se preocupar menos com a marca e mais com a qualidade. Ser fiel a uma loja que fabrica um produto de alta durabilidade é sempre a opção mais econômica. Outra boa dica é ter em mente o que se precisa antes de sair de casa para comprar, assim você poderá visitar as lojas pesquisando o preço do modelo que precisa.

Dicas práticas para otimizar sua pesquisa

1- Existem sites especializados em comparar os preços de um determinado produto e apontar em que estabelecimento ele está mais em conta. Algumas sugestões de sites para sua busca on-line: http://www.buscape.com.br/'http://www.zoom.com.br/',  http://www.bondfaro.com.br/',.

Procure sites que reproduzem folhetos impressos de hipermercados, farmácias, lojas de material de construção, lojas de roupas e outros tipos de comércio. Assim, você economiza seu tempo e o transporte, pois não precisa visitar as lojas. Sugestão: http://www.guiato.com.br/',   ou  http://www.tiendeo.com.br/'.

2- Para quem prefere pesquisar à moda antiga, vá a pelo menos três lojas diferentes para descobrir o valor do que procura. Mas lembre-se da regra de bolso: essa busca vai te custar quanto?

3- Leve em consideração o que procura de verdade e não se deixe levar por impulsos. Durante a pesquisa, você pode encontrar uma TV muito maior do que aquela que tinha em mente, mas você precisa de uma tela tão grande? Sendo impulsivo, essa busca pode te fazer comprar algo ainda mais caro.

4- Cuidado com os anúncios promocionais. Muitas vezes, as letras garrafais que gritam uma oferta só querem mesmo é chamar a sua atenção. A loja pode até dizer que o celular do momento passou de R$ 2.500 para R$ 1.800. No entanto, isso não significa que ele está mais em conta do que em outros lugares. Moral da história: não deixe de pesquisar mesmo que se trate de um artigo em promoção.

5- Vencida todas as fases anteriores, ainda existe mais uma vantagem que realizar uma boa pesquisa pode lhe oferecer: a pechincha. Não é raro um cliente conseguir diminuir o valor de um produto ao apresentar na loja um orçamento mais em conta da concorrência.

E é o que faz a médica Maria Lygia Ribeiro. Antes de ir às compras, ela pesquisa em vários supermercados o preço dos produtos e faz a comparação. Além disso, Maria procura ficar atenta às chamadas dos produtos na TV e pega os folhetos de preços do dia em cada mercado, pois a maioria cobre a oferta do concorrente: “Há quem ache que preço das coisas é tabelado, mas posso garantir que faço uma boa economia comprando em lugares mais baratos. Costumo economizar mais de R$50 por mês.”

 

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

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Veja como aproveitar os descontos na Black Friday e o que fazer para não cair em cilada

A Black Friday acontece no dia 24 de novembro e pode ser uma ótima oportunidade para comprar o que precisa a preços mais vantajosos. No entanto, aproveitar essa grande data do varejo depende em grande medida da forma como você planejará as suas compras. “É preciso ficar atento também para não se empolgar com as promoções e acabar gastando mais do que o orçamento permite”, diz Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

Segundo o http://www.blackfriday.com.br/busca-descontos', site que promove o Black Friday no Brasil, a data atingiu R$ 1.9 bilhões em vendas apenas no e-commerce em 2016. Um número bom para o varejo, mas nem sempre para o consumidor. “Com tantas ofertas, é fácil comprar sem pesar as consequências”, ressalta a economista. Isso significa não apenas gastar mais do que pode, mas também, de olho só no “desconto”, acabar pagando juros sem necessidade ou levar itens que não estão com descontos reais. Assim, fique atento para aproveitar a Black Friday – e não sofrer com ela. Como? Seguindo as dicas abaixo!

Saiba do que precisa

“É fundamental saber o que realmente precisa e fugir das compras por impulso. Afinal, a empolgação com os descontos pode trazer prejuízos para sua vida financeira, em vez de ajudá-la”, diz José Vignoli, educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz. Ou seja, antes de sair gastando avalie a real necessidade de adquirir cada produto. Lembre-se que, mesmo que seja um produto barato, comprar algo que não será usado pode ser prejudicial para as suas finanças. Para facilitar, liste itens que está precisando. Assim, quando vir algum deles com um bom desconto, saberá que está fazendo uma boa compra.

Ao aproveitar as promoções da Black Friday é preciso ter em mente o objetivo de fazer boas compras, não de conseguir o maior desconto. “Uma coisa não está ligada a outra. Adquirir algo que não precisa por um preço mais baixo não é uma boa compra. Comprar algo desnecessário, mesmo que com desconto, é desperdício”, complementa Marcela.

Pesquise preços!

É importante certificar-se de que o preço anunciado é de fato o mais baixo. Durante a Black Friday você pode encontrar o mesmo produto a preços muito diferentes e é aconselhável fazer uma busca – tenha paciência – para encontrar a alternativa mais barata ou com a melhor relação preço-qualidade. Outro ponto para ficar atento é a variação de preços antes do dia da Black Friday em si, já que nos últimos anos foram relatados diversos casos de variação de preço para o alto antes das promoções. O Procon-SP faz um monitoramento de preços de diversos produtos. Uma boa opção é acompanhar a evolução dos preços dos produtos, mas também há ferramentas como o http://www.buscape.com.br/', , https://www.zoom.com.br/,  ou Black Friday De Verdade que permitem monitorar os preços de um item. Outras páginas, como https://www.saveme.com.br/', reúnem as promoções das lojas online das grandes marcas para facilitar a pesquisa do produto desejado e com o melhor desconto.

Compre com inteligência

Uma boa forma de aproveitar a Black Friday é usá-la para comprar presentes de Natal. O único cuidado é com a data de entrega do produto, que em alguns sites pode ser de mais de 30 dias. E, sempre bom lembrar: estipule previamente o quanto pode e deseja gastar com a data, evitando assim extrapolar o orçamento.

Atenção à forma de pagamento

“O cartão de crédito, muito usado em compras pela internet, pode ser um vilão neste momento”, diz Marcela. Uma dica é preferir o boleto – que ainda pode gerar um desconto – ou o débito. Dessa forma você, inclusive, controla melhor seus gastos e, é válido estipular o máximo que pode gastar durante a Black Friday. Caso precise parcelar a compra, fique de olho nos juros e organize-se para conseguir arcar com o pagamento das parcelas sem prejudicar o orçamento.

Vai em lojas físicas?

Apesar de a Black Friday, no Brasil, ter começado na internet, muitas lojas físicas também anunciam descontos. Nestes casos, os cuidados são os mesmos de com as compras online: só levar o que tem necessidade, pesquisar preços e se organizar financeiramente para não gastar mais do que pode. A vantagem é poder levar o produto na hora, comparado à compra online, que pode ter um tempo de entrega bastante longo. Agora, como a pesquisa de preço em lojas físicas é mais trabalhosa do que nas lojas online, vale separar um tempo para comprar com calma. E tenha em mãos os preços dos itens que deseja nos sites, assim na hora já vê se o valor da loja física compensa mesmo.

Um resumo para se dar bem na Black Friday

  • Faça uma lista de tudo o que precisa, pesquisando os itens com antecedência;
    • Utilize aplicativos ou sites com comparação de preços para avaliar onde estão as melhores ofertas;
    • Caso aproveite a Black Friday para comprar presentes de Natal, tenha muita atenção com a data de entrega do produto;
    • Defina o valor que quer e pode gastar na data;
    • Ao efetuar uma compra online, tente pagar com boleto bancário, paypal ou cartão de débito. “Grande parte dos sites oferecem descontos no pagamento com boleto bancário. Além disso, você evita perder o controle dos gastos e se enrolar com o pagamento das parcelas”, explica Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.
    • Tenha foco! Muitas vezes entramos em um site para aproveitar o desconto em um único produto, mas acabamos enchendo o carrinho com ofertas sugeridas pela própria loja virtual.

Como não cair em ciladas durante a Black Friday

Veja recomendações da Fundação Procon-SP, tanto para compras em lojas físicas quanto online:

  1. Evite sites que exibem como forma de contato apenas um telefone celular;
  2. Prefira fornecedores recomendados por amigos ou familiares, ou em que você já comprou;
  3. Imprima ou salve todos os documentos que demonstrem a compra e confirmação do pedido (comprovante de pagamento, contrato, anúncios etc.);
  4. As trocas são, sim, permitidas, mesmo para o comércio online e em promoção. No caso de problemas aparentes do produto, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece prazo de 30 dias no caso de produtos não duráveis e de 90 dias para itens duráveis, contados a partir de sua constatação. Essa reclamação pode ser feita para o próprio comerciante ou para o fabricante;
  5. Se a loja informar que o produto comprado na liquidação poderá ser trocado, peça que escrevam essa informação na nota fiscal, na etiqueta ou em um cartão da loja para evitar problemas futuros. Isso porque não há obrigação legal de troca por questões de tamanho, cor ou modelo. Na compra online, por sua vez, independentemente do motivo (defeito, tamanho ou modelo) ou se está ou não em promoção, o consumidor tem até 7 dias para se arrepender da compra e pedir a troca;
  6. Sempre que possível, verifique as promoções oferecidas pela loja e guarde folhetos publicitários ou encartes. Além de se organizar melhor, sabendo onde encontrar o que deseja o e o quanto pagará pelo item, você também garante que o estabelecimento seja obrigado a cumprir o que prometeu;
  7. Nas compras em lojas físicas, optando por parcelar e no caso de emissão de cheque pré-datado, coloque-o nominal à loja, anotando no verso o dia combinado para o depósito e exija que esta informação conste na nota fiscal.

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

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