O Sebrae em parceria com a CDL Guarapari, SindiLojas Guarapari e Prefeitura Municipal de Guarapari, realizou na noite de quarta-feira (20/06), no auditório do SESC, o Seminário Pensando Fora da Caixa - Um novo olhar para o seu negócio.

O evento que contou com a participação de mais de 500 pessoas, teve como objetivo reunir empreendedores que desejam inovar a maneira de pensar seu negócio e  criar estratégias comerciais adequada à nova realidade do mercado, a fim de melhorar os resultados empresariais.

A palestra foi proferida por Fred Rocha, fundador do primeiro Reality Show de vendas em todo o mundo, o “Varejo Show”. Ele também criou o prêmio “O Melhor Vendedor do Brasil” e foi o eleito profissional de Marqueting em 2016.

Fred que viajou o Brasil inteiro, do Oiapoque ao Chuí estudando empreendedores de sucesso, fala de inovação, vendas e atendimento de uma forma divertida e com uma linguagem simples, onde o empreendedor, recebe dicas e ideias criativas para aplicar de imediato em seu negócio.

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A Copa do Mundo é uma das festas mais aguardadas pelos brasileiros. Durante aproximadamente 30 dias, empresas e pessoas simplesmente param para confraternizar e torcer pela seleção canarinho. Enquanto alguns reclamam da lentidão dos negócios nessa época, outros faturam alto com a chegada do evento. No entanto, para aproveitar bem a ocasião, é preciso se planejar com antecedência.

De modo geral, tanto a indústria quanto o varejo costumam ter boas oportunidades nessa época. Na indústria, a de eletroeletrônicos costuma registrar vendas elevadas, principalmente de TVs. Afinal, quem não quer uma imagem bem limpa e gigante na sala para receber família e amigos?

Além dela, as fabricantes de alimentos e bebidas também tendem a acumular bons lucros. Trata-se de uma boa época para lançar produtos especiais, novos sabores e até edições limitadas. É hora de reunir as pessoas e, toda festa pede boa comida e bebida.

Outra indústria que comemora a chegada da Copa é a de vestuário. Os trajes verde e amarelo costumam ser muito valorizados nessa ocasião. Produtos licenciados tem grande adesão, mas é preciso ficar bem atento às regras da Fifa para não cometer deslizes e sofrer com penalidades. Brindes e adereços de modo geral, como copos, canecas, bandeiras, apitos e bandeiras, também vedem como água.

O fato é que a Copa é um momento marcante, com um fator emocional muito forte. Durante os jogos, pessoas de diferentes classes sociais e idade costumam se reunir para acompanhar a seleção. Até quem normalmente não costuma gostar de futebol não consegue resistir à essa celebração popular.

Sendo assim, as empresas precisam aproveitar essa relação afetiva com o evento para promover produtos e experiências marcantes, daquelas que a gente vai lembrar pela vida toda. Onde eu estava quando o artilheiro do time fez aquele gol histórico, a comida especial que aquela amiga preparou no dia da final ou a energia do bar na hora do grito de gol costumam ser lembranças que carregamos para sempre.

Para uma marca se fazer presente nesse momento é importante ir além. Uma boa ambientação do varejo, com uma comunicação visual destacando o evento, é muito simples e trivial. Uma boa dica é desenvolver parcerias exclusivas entre indústria e varejo a fim de promover produtos e promoções únicos para determinada rede varejista. Outra ação bastante estratégica é o cross selling, uma técnica que estimula o cliente a comprar produtos que se complementam.

Existe uma grande oportunidade de ativações em bares e restaurantes para gerar uma experiência marcante com a marca. Elas podem aproveitar a ocasião para desenvolver brindes que se tornam memórias afetivas. Para a indústria, o momento que antecede a Copa é muito importante para elaborar promoções atraentes para o público final e assim gerar um bom sell in junto ao varejo.

O negócio é desenvolver ações mais inteligentes e baratas. Infelizmente, já vi muitas empresas acumularem altos prejuízos em função de um otimismo exagerado. Cabe destacar que a Copa é um evento sazonal, que acontece apenas de quatro em quatro anos. Produto encalhado significa perda de dinheiro.

Para garantir um período de ganhos, além de planejar bem, a empresa precisa cuidar do abastecimento. Não adianta criar produtos incríveis que, por erros de trade e logística, não ficam disponíveis ao consumidor na hora certa. Pesquisas mostram que o pico de vendas acontece na véspera e no dia do jogo. Falhar nesse momento significa colocar tudo a perder. Então, o jeito é arregaçar as mangas desde já e trabalhar em prol de bons lucros para o período. E, se possível, comemorar não só as vendas, mas também mais um título para o Brasil quando tudo isso acabar.

 

Por: Varejista

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Quem tem uma loja sabe como é difícil realizar um atendimento de qualidade; confira como treinar a sua equipe e aumentar as vendas.

 
loja, cliente, atendimento, varejo, moda (Foto: Reprodução/Pexel)

O processo de venda inicia-se com a recepção das clientes. Antes de vender, é preciso atender com excelência. É por isso que empreendedores devem buscar o treinamento de sua equipe.

A primeira impressão é valiosa para o cliente e um atendimento de qualidade faz toda a diferença. 

Abaixo, você confere dicas para encantar o seu cliente: 

1. Ótima recepção

A aparência da equipe também interfere nesta primeira boa impressão, por isso, é bom que o/a vendedor/a esteja “arrumado”, isso inclui roupa, cabelo, unha e maquiagem e sobrancelha, no caso das vendedoras.

Não se esqueça que é o/a vendedora quem conduz a venda, e deve acompanhar a cliente durante todo o processo: da entrada à saída.

2. Entender o perfil do cliente

Os/as vendedoras precisam compreender rapidamente o estilo das clientes, e assim surpreendê-las com novidades que lhes agradarão. No entanto, atenção: é preciso deixar o cliente livre para efetuar a sua escolha. As sugestões só devem ser feitas se houver abertura para isso.

3. Treinamentos

Para que os/as vendedores/as ofereçam um atendimento adequado, com a disposição, presteza e sutileza necessárias, é preciso investir em treinamento. Os colaboradores também devem estar bem informados sobre os produtos ofertados e sobre as tendências de moda para melhor orientar a cliente.

4. Mix de produtos

A seleção de produtos é um ponto-chave para o sucesso do negócio. Na hora de escolher as roupas que vai revender, o empreendedor deve levar em consideração a estação e o perfil do seu público-alvo.

5. Clientes

A divulgação da loja poderá ser feita por meio de panfletagem nas imediações da loja, sobretudo no início do negócio. Invista em folder, panfletos e, posteriormente, divulgação na mídia (jornal, revista, redes sociais, sites de busca, rádio e televisão).

Os vínculos de amizades e a credibilidade com os clientes são pontos positivos para manutenção e fidelização dos clientes. Para isso, crie um site na internet – se não tiver recurso para isso, aposte em blogs, que são gratuitos – e perfis nas redes sociais para se relacionar com os clientes já conquistados e divulgar ofertas.

Um cadastro pré-selecionado de clientes pode ser uma forma de atrair a clientela através do envio de malas diretas e e-mails, informando sobre promoções e lançamentos.

6. Sempre agradeça

Além da qualidade no atendimento, nos produtos e de um ambiente acolhedor, é muito simpático agradecer à cliente pela preferência. Lembre o quanto ela é importante para o negócio. Esta valorização contribuirá para uma última impressão positiva da loja e sua equipe.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

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Apoiando a INOVAÇÃO nos pequenos negócios, o Sebrae ES em parceria com a CDL Guarapari e o SINDILOJAS Guarapari, realizará no dia 20 de junho, às 18h30, no SECS Guarapari, a palestra Pensando Fora da Caixa, ministrada por Fred Rocha.

Eleito o profissional de marketing no ano de 2016, é também fundador do Varejo Show, primeiro Reality Show de Vendas do Mundo, do portal de notícias Varejo 1 e criador do prêmio O Melhor Vendedor do Brasil.

  • Guarapari: dia 20 de junho, às 18h30, no SESC de Guarapari - Rodovia do Sol, 1, Muquiçaba, Guarapari, ES. 

 

  • Quem pode participar: microempreendedores individuais e proprietários de microempresa;

 

 

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Fim do pagamento mínimo de 15% da fatura e limite de juros no rotativo foram anunciados em abril; medida visa reduzir taxas.

Mudanças afetam juros do rotativo e pagamento mínimo das faturas dos cartões de crédito (Foto: Reprodução/ EPTV)

Mudanças afetam juros do rotativo e pagamento mínimo das faturas dos cartões de crédito (Foto: Reprodução/ EPTV)

 

Começam a valer nesta sexta-feira (1º) as novas regras para o cartão de crédito. As medidas foram aprovadas no fim de abril pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e buscam diminuir as taxas de juros cobradas nessa modalidade de crédito.

A principal mudança foi o fim da regra que fixava o pagamento mínimo das faturas em 15% do valor total. A partir de agora, cada banco ou empresa (lojistas e empresas de seguro, por exemplo, que também emitem cartões) poderá definir um percentual de pagamento mínimo para cada cliente, de acordo com o perfil dele e relacionamento com a instituição.

Também acabou a possibilidade de cobrança de duas taxas de juros diferentes para quem deixa de pagar a fatura total: a do rotativo "regular" e a do rotativo "não regular".

Os juros do rotativo regular, mais baixos, são cobrados daqueles clientes que quitam pelo menos o pagamento mínimo de uma fatura. Já os juros do rotativo não regular, mais altos, são aplicados pelos bancos àqueles clientes que pagam menos que o mínimo ou não pagam a fatura, e ficam inadimplentes.

De acordo com o Banco Central, no mês de março a taxa média do rotativo regular foi de 10,8% ao mês e a do rotativo não regular, de 14,3% ao mês.

A partir de agora, os bancos poderão cobrar apenas uma taxa, a do rotativo regular, definida em contrato. Em caso de inadimplência, o CMN autorizou ainda a aplicação de juros de mora e multa.

Especialistas ouvidos pelo G1, porém, acreditam que o efeito das alterações para baixar os juros será limitado.

As novas regras foram anunciadas um ano após o governo divulgar as primeiras mudanças nas normas para uso dos cartões. Na época, a principal medida foi o fim da possibilidade de os consumidores pagarem o valor mínimo das faturas por vários meses seguidos.

Desde então, é possível entrar no rotativo apenas em um mês. No mês seguinte, o cliente é obrigado a pagar o saldo total da fatura. Caso não consiga, o banco é obrigado a oferecer a ele o parcelamento do débito em linhas de crédito com juros mais baixos que os do cartão.

Veja perguntas e respostas sobre as regras do cartão de crédito:

Pagamento mínimo

Como é hoje - Existe a previsão de um pagamento mínimo, fixado em 15% do valor da fatura, que os clientes precisam quitar para não serem considerados inadimplentes.

Como fica – Instituições financeiras vão ter liberdade para definir o percentual do pagamento mínimo, que pode inclusive ser diferente para cada cliente.

 

Rotativo e juros

Como é hoje – Clientes que não quitam o total da fatura, mas pagam pelo menos o valor mínimo, entram no chamado rotativo regular, com juros mais baixos. Quem pagam menos que o mínimo ou não paga a fatura, entra no chamado rotativo não regular, com juros mais altos.

Como fica – Instituições ficam proibidas de praticar duas taxas diferentes e terão que cobrar os juros do rotativo regular, tanto para o cliente que pagou o mínimo da fatura quanto para aquele que não pagou nada.

Entretanto, no caso dos inadimplentes (que pagaram menos que o mínimo ou não pagaram a fatura), as instituições vão poder cobrar multa (2%, paga uma única vez) e juros de mora (limitado a 1% ao mês).

 

Acesso a crédito mais barato

Como é hoje – Os clientes só podem pagar o valor mínimo da fatura e usar o rotativo por um mês. No mês seguinte, são obrigados a pagar a fatura total, ou seja, não podem continuar pagando apenas o valor mínimo. No caso das pessoas que não conseguem quitar o valor total após entrarem no rotativo, os bancos são obrigados a parcelar o valor em uma linha de crédito diferente do cartão, com juros mais baixos.

Como fica – Regra continua valendo sem alteração.

 
Mudanças no cartão de crédito  (Foto: Ilustração: Roberta Jaworski/G1)


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mudanças no cartão de crédito (Foto: Ilustração: Roberta Jaworski/G1)

 

Fonte: G1

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