Se você está endividado e com seu nome registrado nas instituições de proteção ao crédito, como SPC Brasil, o tempo não irá solucionar o seu problema sem que você tome alguma atitude. Organize-se para sair do sufoco.

Como reduzir ou acabar com suas dívidas

Descubra as iniciativas que podem ser tomadas para acabar com suas dívidas

Como sair do sufoco 

Como limpar seu nome

Saiba o que fazer se o seu nome estiver negativado em um serviço de proteção ao crédito, como o SPC Brasil, por exemplo:

– Se você recebeu uma notificação, verifique qual foi a empresa que te mandou o comunicado.

– Neste comunicado, você será informado sobre a pendência existente.

– Se você não sabe qual a empresa te negativou, você pode obter essas informações entrando em contato diretamente com o posto de atendimento do serviço de proteção ao crédito. Leve sua carteira de identidade e CPF.

– Com isso, você conseguirá um demonstrativo de todas as dívidas registradas e deverá procurar a empresa para fazer as devidas negociações. Siga as orientações de “Como renegociar suas dívidas”.

– Solicite sempre um documento por escrito com os valores dos débitos, dos juros e do acordo realizado entre as partes.

– Se o problema for um cheque sem fundo, procure a agência bancária na qual você tem conta. “Cubra” o cheque com o valor devido. Caso não saiba onde ou para quem deu o cheque, o banco poderá te disponibilizar uma cópia microfilmada dele.

– Após acertar suas contas com a empresa, ela mesma irá retirar seu nome da lista de devedores dos serviços de proteção ao crédito.

 

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

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Para 30% dos usuários de cartão de crédito, tarifas e juros não são analisados antes de contratar o serviço. Mais de um terço reconhece aceitar aumento do limite de cheque especial e 41% cartões oferecidos por bancos e lojas

Quando não bem controlado, o uso do crédito pode gerar um volume de compras que excede o orçamento, levando os consumidores à inadimplência. Dados de uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), apontam que 58% dos consumidores que recorreram ao crediário no último ano já ficaram negativados por atrasar prestações e 48% dos usuários de cartão de crédito por não pagarem a fatura. Por outro lado, o cheque especial (30%) foi a modalidade que menos deixou quem utiliza o serviço com nome sujo.

O levantamento mostra também que antes de contratar crédito, parte de seus usuários costumam analisar as tarifas e os juros praticados ao fazer um financiamento (71%) ou contrair um empréstimo (70%). Enquanto 45% ignoram as taxas do cheque especial e três entre dez (30%) reconhecem que não avaliam os encargos do cartão de crédito na hora de aceitar uma proposta.

Ao serem questionados sobre quais gastos controlam entre as modalidades utilizadas, 85% afirmam que ficam de olho no cheque pré-datado, 77% nas parcelas do financiamento e 75% do empréstimo. Ao mesmo tempo, o crediário (31%) e o cartão de crédito (30%) são os instrumentos que têm menor atenção.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o mau uso do crédito pode tornar a dívida difícil de pagar, principalmente diante de uma economia ainda em lenta recuperação. “Em uma sociedade voltada ao consumo, em que se incentiva a compra de bens muitas vezes desnecessários, o crédito fácil por meio de pequenas prestações e prazos a perder de vista surge como catalizador para o endividamento. Por essa razão, o consumidor precisa se conscientizar de que fazer um controle de suas finanças é essencial ”, analisa.

Mais de um terço das pessoas costuma aceitar aumento do limite de cheque especial e 41% cartões de crédito oferecidos por bancos

Um comportamento que pode ter sérias consequências financeiras para os consumidores é o de aceitar cartões de crédito oferecidos por bancos ou lojas sem avaliar sua real necessidade. De acordo com a pesquisa, quatro em cada dez brasileiros (41%) dizem sim a ofertas de cartões de crédito de bancos ou lojas. Ao receber contato de instituições ou empresas oferecendo cartões, 15% aceitam somente se tiver isenção de anuidade e outros 15% se de fato precisarem, enquanto 7% apenas porque gostam de ter crédito disponível e 3% acabam contratando sem sequer avaliar sua real necessidade.

Já o percentual dos que aceitam propostas de instituições para aumentar o limite de cheque especial é de 37%. Quando recebem ofertas de bancos para limite maior do cheque ou crédito extra, 19% concordam apenas se houver necessidade, 14% para ter “crédito disponível caso precisem” e 4% aceitam a proposta sem avaliar se precisam. No entanto, 32% dispensam a oferta por afirmar não existir necessidade de crédito ― especialmente os homens (36%) e consumidores com mais de 55 anos (52%).

A pesquisa mostra ainda que o cartão de crédito lidera o ranking dos instrumentos de crédito mais utilizados no último ano, com 67% das menções. Em segundo lugar surge o crediário, como carnês, boletos e cartões de loja (27%). Na sequência aparecem o limite do cheque especial (17%), o empréstimo consignado em bancos (14%) e o empréstimo pessoal em bancos (12%). “Os dados ressaltam um uso maior de modalidades menos burocratizadas, de rápida adesão e feitas sem a necessidade de garantias a exemplo do cartão de crédito e do cheque especial”, avalia a economista.

Metodologia

A pesquisa traça o perfil de 910 consumidores de todas as regiões brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos e pertencentes às todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais e a margem de confiança, de 95%. Acesse a pesquisa na íntegra e a metodologia em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

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Para SPC Brasil, medida é importante para que o cidadão consiga sanar pendências e recuperar crédito no mercado; 14% dos brasileiros ainda não sabem se têm direito ao benefício.

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Expectativa também é favorável quanto ao desempenho do próprio negócio; 51% dos entrevistados esperam um aumento das vendas

Os empresários dos ramos do varejo e de serviços estão otimistas com o segundo semestre, embora os primeiros seis meses do ano tenham sido difíceis para os setores. Um estudo realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 44% apostam em um cenário econômico melhor do país no segundo semestre em relação ao primeiro — número que cai para 27% na região Centro-Oeste. Enquanto 38% acreditam que será igual e apenas 14% estimam um quadro pior.

Os empresários também têm uma expectativa favorável quanto ao desempenho do próprio negócio, que corresponde a 55% dos entrevistados. Já um terço (33%) estima que a segunda metade do ano se manterá no mesmo patamar do primeiro semestre. “Esse clima de confiança é bastante positivo, principalmente se olharmos a situação crítica enfrentada por muitas empresas nos seis primeiros meses do ano”, destaca o presidente da CNDL, José César da Costa. O estudo mostra, por exemplo, que 49% tiveram de fazer cortes no orçamento, como a demissão de funcionários (36%). Além disso, 28% tiveram que reduzir o mix de produtos ou serviços.

Por outro lado, o levantamento aponta que metade dos entrevistados (50%) não acredita em um crescimento da economia nos próximos meses — um aumento significativo na comparação com o ano passado (39%). Em outra frente, 40% avaliam que a economia poderá avançar. “Apesar de boa parte dos empresários não estar confiante de que a economia possa voltar a crescer este ano, em razão das incertezas com as eleições, a boa notícia é que muitos estão esperançosos que o próprio negócio deve ganhar fôlego no segundo semestre”, avalia o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

Mais da metade dos empresários prevê aumento das vendas no segundo semestre; 52% dos pessimistas com próprio negócio estimam que economia ruim vai comprometer suas atividades

Entre os que estimam uma melhor situação para sua empresa no segundo semestre, 46% dizem estar otimistas quanto a uma melhora do cenário — muito embora sem apontarem uma razão concreta — e 33% esperam ampliar sua carteira de clientes. Nessa onda de confiança, mais da metade dos empresários brasileiros (51%) espera ter uma receita superior ao primeiro semestre. Para 36%, o comércio deve seguir igual e 9% acreditam em um volume de vendas menor.

Ainda como reflexo da tímida retomada da economia, a pesquisa revela que entre os empresários que vislumbram um cenário pior para a própria empresa, 52% enxergam que o fato de a situação econômica permanecer ruim irá comprometer os negócios, além de prejudicar as vendas (33%). As perspectivas negativas têm como base os resultados obtidos na primeira metade do ano, em que muitos viram o ritmo da economia diminuir e suas vendas também em relação ao ano passado. De acordo com o estudo, 48% dos entrevistados disseram que a economia do país no primeiro semestre, inclusive, piorou ante ao mesmo período de 2017.

60% dos entrevistados pretendem seguir projetos traçados para 2018, com destaque para ampliação do negócio ou lançamento de produtos

A pesquisa identificou que a economia fraca não vai impedir o andamento de projetos para o segundo semestre. Se no primeiro semestre o percentual de empresários que adiaram os planos previstos foi de 31%, principalmente por falta de recursos financeiros, para os próximos meses 60% dos varejistas sinalizaram que pretendem seguir com os projetos já traçados.

Entre as ações previstas estão a ampliação do seu negócio (18%) ― percentual que é ainda maior nas capitais (22%) —, o lançamento de produtos ou serviços (17%) e o ingresso no ramo do comércio online (11%). Na contramão, 40% disseram não ter nada previsto, percentual menor do que o registrado em 2017 (51%).

O estudo também buscou verificar a intenção das empresas em relação a suas finanças: 19% desejam constituir uma reserva financeira ― sendo que em 2017 este percentual foi de 5% ―, 9% esperam adquirir máquinas e equipamentos, enquanto apenas 6% preveem tomar empréstimo em banco ou financeira (contra 4% registrados no ano anterior). Outros 24% não visam tomar crédito, guardar dinheiro ou investir, percentual que aumentou em relação ao ano passado (16%).

Em um claro sinal de que a maior parte do empresariado ainda se mantém cautelosa em relação à lenta recuperação da economia brasileira, 72% pensam em manter o número de colaboradores. Em outra frente, somente 17% desejam ampliar seu quadro de pessoal durante esse período e outros 6% querem reduzir sua equipe de colaboradores. Entre os que estimam reforçar os times, 64% disseram optar pela contratação formal, percentual inferior ao registrado no ano passado (77%) e maior entre os comerciantes (72%). Para 18%, as contratações serão de profissionais informais, enquanto outros 15% vão contratar terceirizados (contra 1% em 2017).

Componente importante para balizar o grau de confiança empresarial este ano, as eleições também preocupam os empresários quanto ao rumo da economia no segundo semestre. Para 44% dos entrevistados, o custo de vida e o preço das coisas irão aumentar, enquanto 41% acreditam que as taxas de juros sofrerão elevação em função da disputa eleitoral. Já o desemprego (45%) e as vendas (47%) devem permanecer da mesma forma para a maior parte dos ouvidos pelo estudo. “Esse resultado reflete as incertezas dos empresários do varejo em relação ao próximo governo”, comenta Pellizzaro.

Fonte: CNDL 

Metodologia

A pesquisa foi realizada com 827 empresários de todos os portes, dos segmentos de comércio e serviços, nas 27 capitais e no interior, nos meses de junho e julho. A margem de erro é de 3,4 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

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80% dos brasileiros dizem estar no vermelho ou no limite do orçamento e 19% tiveram crédito negado ao tentaram parcelar compra

O Indicador de Uso do Crédito apurado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) revela que, na passagem de março para o último mês de abril, caiu de 46% para 40% o percentual de consumidores brasileiros que recorreram à alguma modalidade de crédito. Os que não tomaram recursos emprestados no período somam 60% dos consumidores, sendo que esse índice sobe para 69% entre os indivíduos das classes C, D e E.

Os dados da sondagem revelam que o cartão de crédito foi a modadalidade mais usada, mencionada por 34% dos entrevistados. Em seguida, aparece o crediário (10%), o limite do cheque especial (7%), os empréstimos (5%) e os financiamentos (4%). Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os piores momentos para a tomada de crédito ficaram para trás, mas ainda há fatores que limitam seu uso. “Com o grande contingente de consumidores negativados, o uso do crédito fica restrito a uma parcela menor da população. Não podemos esquecer que a renda familiar encolheu e o desemprego permanece elevado”, ressalta.

Valor médio da fatura do cartão em abril foi de pouco mais de R$ 1 mil; 25% entraram no rotativo

O levantamento revela que em abril 43% dos usuários de cartão de crédito gastaram mais na comparação com o mês anterior. Outros 21% conseguiram uma redução no valor pago e 30% disseram que as despesas permaneceram iguais. Quanto à média total da fatura, o valor foi de R$ 1.022.

As compras de supermercado lideram a lista dos produtos mais adquiridos por meio do cartão de crédito, mencionadas por60% dos consumidores. Em seguida aparecem os gastos com remédios (43%), combustíveis (36%), bares e restaurantes (35%), roupas, calçados e acessórios (29%), serviços de recarga para celular (17%), entre outros.

Ainda de acordo com o levantamento, a maioria (73%) dos usuários de cartão conseguiu pagar a fatura integral, embora 25% tenham entrado no rotativo. “Com as dificuldades que ainda recaem sobre as famílias, muitos consumidores acabam perdendo o controle dos gastos e comprando a prazo inclusive bens de primeira necessidade. Reestabelecer o controle nesses casos é fundamental para que o consumidor não fique pendurado no cartão, sujeito ao pagamento de juros exorbitantes”, alerta a economista Marcela Kawauti.

Acesso a crédito é considerado difícil para 53% dos consumidores

Ainda sob o impacto de restrição por parte das instituições financeiras, a maioria dos consumidores (53%) sente dificuldades para ter acesso a financiamentos e empréstimos. Por outro lado, o indicador mostra que 16% não consideram nem fácil nem difícil a obtenção de crédito e 15% acham fácil. “Muitas vezes é frustrante não conseguir crédito no mercado, mas o acesso irrestrito pode criar uma situação insustentável de endividamento, levando à inadimplência e negativação do nome”, avalia a economista Marcela Kawuati.

Exemplo de restrição ao crédito, é que 19% dos consumidores tiveram crédito negado em abril ao tentarem parcelar uma compra em algum estabelecimento comercial. As principais razões para a recusa foram a inadimplência (8%) e a renda insuficiente (5%).

Outro dado que comprova o descontrole do orçamento é que quase a metade (47%) dos consumidores que tomaram empréstimos e financiamentos atrasaram o pagamento de parcelas em abril, sendo que 17% ainda têm atrasos.

80% dos brasileiros vivem aperto financeiro e 33% estão no “vermelho”; metade planeja cortar gastos

Os resquícios da crise no país continuam impactando a vida da maioria dos brasileiros. De acordo com a sondagem, 80% vivem uma situação de aperto, sendo que 33% afirmam estar no vermelho, isto é, sem condições de honrar todos os seus compromissos, e 47% dizem se manter no “zero a zero”, livre de dívidas, mas sem sobras de dinheiro no orçamento.

A principal razão para estar no vermelho, de acordo com os entrevistados, é o fato de os bens de consumo e serviços estarem mais caros (45%). Além disso, aparecem queda da renda (31%), perda do emprego (20%) e descontrole dos gastos (19%). “O processo de recuperação da economia é lento e ainda não devolveu às famílias o poder de compra que antecede a crise e isso se reflete nos dados de uso de crédito e de consumo”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Outro dado do indicador que mensura a propensão ao consumo reforça esse momento de cautela. Quase a metade dos consumidores (49%) tinham a intenção de cortar gastos durante o mês maio, na comparação com abril, enquanto 43% pretendiam manter o mesmo volume de gastos e apenas 5% planejam aumentar. Entre os que planejam cortar despesas, as principais motivações são os preços elevados dos produtos e serviços (33%), a necessidade de economizar (26%), o desemprego (23%), o nível alto de endividamento (15%) e a redução dos ganhos (15%). Para o mês de junho, a lista dos itens que entraram para a intenção de gastos é variada e inclui roupas, calçados e acessórios (22%), remédios (22%), recarga para celular (14%), cosméticos (13%) e materiais de construção (10%), entre outros.

Metodologia

O Indicador abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

Fonte: SPC Brasil 

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