43% dos que vão contratar pretendem empregar temporários, sendo que em 28% dos casos empresários planejam efetivar colaborador. 

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Gasto médio de cada consumidor com presentes será de R$ 187. Maioria pretende pagar produtos à vista e 80% pesquisarão preços antes de comprar; entre os inadimplentes que querem adquirir presentes, 69% estão negativados

Apesar da lenta retomada da economia refletir no ânimo dos brasileiros, a maioria dos consumidores (72%) deve ir às compras este ano no Dia das Crianças — em especial as mulheres (77%). É o que revela pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais. No ano passado, 67% compraram presentes na data. Para 2018, a expectativa é de que o varejo movimente cerca de R$ 9,4 bilhões.

Diante de um cenário com alto índice de desemprego e renda achatada, os gastos do consumidor também prometem ser ponderados. De acordo com o levantamento, (39%) dos entrevistados que presentearão, principalmente filhos, sobrinhos, netos ou afilhados, pretendem gastar o mesmo valor que o ano assado, enquanto 24% planejam comprar menos. No total, cada consumidor deve desembolsar, em média, R$ 187 com presentes.

O Dia das Crianças representa a última festa comemorativa antes do Natal e dará sinais de como será o desempenho das vendas no final do ano. “As intenções de compra da data servirão de termômetro para o fim de ano, ao trazer as primeiras impressões do que deve acontecer no Natal, principalmente em um momento que o poder de compra das famílias continua sendo afetado pelas dificuldades econômicas”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Orçamento apertado é principal motivo para 34% dos consumidores segurarem gastos. Seis em cada dez entrevistados afirmam que presentes estão mais caros 

Os impactos da crise ainda estão presentes no dia a dia das pessoas e contribuem para que boa parte gaste menos na data. A principal razão para que haja um freio no consumo daqueles que pretendem gastar menos este ano deve-se ao orçamento apertado (34%), enquanto 24% desejam economizar, 18% estão desempregados e por essa razão se veem impossibilitados de comprar e 9% têm outras prioridades de aquisição (9%), como carro e casa. Há ainda os que precisam pagar dívidas em atraso (8%).

Embora os consumidores estejam cautelosos, a pesquisa mostra que cerca de um terço (30%) pretende comprar dois presentes e 25% apenas um. A maioria (66%) espera pagar os produtos à vista e o dinheiro será a opção de 51% dos entrevistados. Em segundo lugar, aparece o cartão de crédito parcelado (34%) e em terceiro, o cartão de débito (28%). Entre os que planejam parcelar as compras, a média de prestações é de quatro parcelas.

Os shopping centers são o lugar preferido dos consumidores para fazer suas compras (42%), embora 35% optem pela internet, provavelmente motivados pela comodidade e praticidade de encontrar seus presentes. Já 28% mencionaram que buscarão o tradicional comércio de rua. Mesmo com uma inflação menor se comparada ao auge da crise, a maioria dos entrevistados (59%) avalia que os preços dos presentes estão mais caros do que em 2017. Para 31%, os preços estão na mesma faixa e apenam 6% dizem estar mais baratos.

80% pretendem pesquisar preços e 69% dos inadimplentes que vão às compras estão com o nome sujo

O estudo aponta ainda que oito em cada dez consumidores (80%) pretendem pesquisar preços antes de comprar — em especial as mulheres (84%) e as classes C e D (82%). Entre os que adotam a prática da comparação pela internet (77%), o meio de pesquisa mais utilizado são os sites de busca, como o Google (66%). Também há os que recorrem aos portais e aplicativos de comparação de preços (51%) e os sites de ofertas (48%). Muitos entrevistados disseram ter o hábito de pesquisar preços também em lojas de rua (46%), principalmente as mulheres (51%).

A economista do SPC Brasil alerta que os consumidores só devem ir às compras se o orçamento permitir e não houver contas em atraso. “Mesmo que os valores pareçam baixos, todo esforço deve ser direcionado ao pagamento das dívidas. Já para quem está com as contas em dia, a recomendação é planejar os gastos e pagar à vista”, orienta.

Quando indagados se costumam gastar mais do que podem para presentear no Dia das Crianças, a maioria das pessoas (74%) respondeu que não. Por outro lado, 22% reconhecem assumir despesas acima de suas possibilidades financeiras.

A consequência do hábito de gastar além do próprio orçamento é a inadimplência: 28% dos que pretendem fazer compras nesta data possuem alguma conta atrasada, sendo que destes, 69% estão com o nome sujo. Entre os que compraram presentes ano passado, 23% admitem ter ficado negativado devido às compras do Dia das Crianças, sendo que 16% ainda estão nesta situação.

15% vão dividir compra com outras pessoas; 37% dizem existir pressão das crianças para presentes desejados

No ranking dos itens que devem ser mais comprados aparecem: roupas e calçados (38%), bonecas (37%), aviões e carrinhos de brinquedo (21%). Em tempos de dificuldades, uma opção que atrai muitos consumidores é dividir o valor dos presentes com outras pessoas como forma de economizar. Cerca de 15% afirmaram que pretendem dividir o valor das compras, sendo que 50% vão fazê-lo com o cônjuge, enquanto 24% com o pai ou mãe da criança e 21% com outros familiares.

Para 32%, a divisão do preço do presente será usada como estratégia de redução dos gastos. Mas parcela significativa dos consumidores também respondeu que vai dividir a compra por estar com o orçamento apertado (26%) ou por estar desempregado (22%). Já um em cada oito entrevistados respondeu que espera pagar os presentes sozinhos (80%), sobretudo os homens (86%).

Em relação ao protagonismo dos pequenos no momento da escolha dos presentes e a influência do círculo de convívio e dos meios de comunicação nos hábitos de consumo das crianças, o estudo indica que para 37% dos entrevistados existe pressão da criança para comprar o que ela deseja. Por outro lado, 62% das crianças não fazem qualquer tipo de pressão para ganharem o presente almejado.

Em outro dado instigante, quase a totalidade (92%) disse acreditar que a publicidade influencia as crianças na hora de pedirem presentes – especialmente entre os consumidores de 35 a 54 anos (96%). Além disso, a grande maioria (91%) ouvida também concorda em algum grau que as crianças sejam influenciadas por outras na definição dos presentes que gostariam de ganhar.

Metodologia

A pesquisa foi realizada com 819 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de compras no Dia das Crianças. Em um segundo levantamento, 600 casos mostraram o público interessado em comprar presentes na mesma data, gerando uma margem de erro no geral de 3,4 p.p e 4,0 p.p, respectivamente, para uma confiança a 95%.  Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

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Na manhã de hoje(26), no Guarapousada, foi realizado o café para apresentação de resultados do Prêmio Gazeta Empresarial Guarapari 2018.

O resultado da premiação é com base em uma pesquisa realizada pelo Instituto Futura, que consiste em abordagens nas ruas e consolidação dos dados através de um ranking.

Os entrevistados responderam a seguinte pergunta: Quando eu falo no (segmento) em Guarapari, qual marca lhe vem à cabeça?

A cerimônia para entrega do troféu está agendada para novembro. 

O evento é uma iniciativa da Rede Gazeta, com o apoio da CDL Guarapari e está na sua terceira edição no Munícipio.

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Blogueiros e pessoas famosas da internet podem ser uma verdadeira cilada para as pessoas que desejam chegar ao equilíbrio financeiro. Fique de olho e não caia nessa!

Provavelmente você tem Instagram e assiste a alguns vídeos no Youtube. Por lá, segue algumas pessoas da família, vários amigos e uma lista (muitas vezes extensa) de influenciadores. E se você não sabe o que esse termo quer dizer, a explicação é simples: são pessoas “comuns” que estão nos blogs, Youtube, perfis do Instagram, Snapchat, e tem uma grande capacidade de engajar o público a partir dos mais variados temas: moda, fitness, turismo, gastronomia, tecnologia entre outros.

E aí, já lembrou daquela blogueira que acorda cedo e te faz ter vontade de pular da cama também? Do cara que está sempre na academia, fazendo esportes radicais ou aquele outro que está sempre viajando? Pois é. Seguindo as pessoas certas, que tem tudo a ver com seu perfil, é possível se inspirar, aprender e levar muita coisa bacana para o dia a dia. “Vivemos novos tempos, hoje os influenciadores digitais são o termômetro de qualquer marca ou assunto. Mas é importante avaliar o que, de fato, essa pessoa tem a ver com o seu estilo de vida. Não adianta usar como exemplo pessoas que vivem outra realidade, pois isso pode causar uma frustração em nós mesmo, por nunca conseguir fazer coisas parecidas”, explica a psicóloga Cristiane Moraes Pertusi. Com isso, vem o descontrole emocional e, muitas vezes, financeiro.

E está ai um dos problemas dessa nova moda digital. Para arquiteta Fernanda Costello, os limites foram reconhecidos por ela mesma: “eu já tinha comprado três produtos indicados através do Instagram. Detalhe: os 3 foram parcelados porque não cabiam no meu bolso. Se na blogueira a make estava tão linda, em mim também ficaria. Eu só me dei conta de que estava passando dos limites quando comprei um creme facial sem ao menos checar qual era a procedência do produto. Só com ele em mãos, comecei a pesquisar e vi que muita gente reclamava do produto, mas a compra já tinha sido feita”.  

Para a veterinária Renata Marconde, a influência foi mais saudável: passou a acordar mais cedo e a comprar produtos naturais como pasta de amendoim e  óleo de coco, tudo indicado pela influencer preferida. O problema é que a fatura do cartão de crédito chegou: “ a gente acha a rotina, a vida, o corpo das nossas influenciadoras tão incrível que quer fazer tudo igual, mas esquecemos que, na maioria das vezes, a realidade é bem diferente. Produtos naturais são caríssimos”, pondera. Além disso, vale lembrar que, muitas vezes, esses influenciadores recebem dinheiro para fazer propaganda. Em outras palavras: aquele produto que sua blogueira AMOU talvez nem seja o produto que ela realmente usa no dia a dia.

Para as duas amigas, ficou a lição: elas pararam de seguir alguns influenciadores e deixaram apenas os preferidos no hall da inspiração. “Eu continuei acordando cedo, fazendo mais exercícios e aprendi a fazer umas receitinhas em casa, mas precisei me adaptar a minha realidade. Precisamos entender que eles mostram a parte boa da vida deles e ganham dinheiro para divulgar aquele monte de coisas. Depois que entendemos isso, a vida fica bem mais saudável e barata”, conta Renata. E a psicóloga completa: “o risco é justamente a pessoa querer viver uma realidade que não é dela. A frustração em não conseguir seguir ‘as dicas’ e as compras da influenciadora  pode causar problemas de autoestima, além dos problemas no bolso”, explica.  Abaixo, algumas dicas práticas para não deixar que a vida de novela dos digital influencers desestruture financeiramente nossas vidas:

Passo 1: mantenha os pés no chão. você precisa se conhecer muito bem e desenvolver a capacidade de autocontrole, não se deixando influenciar por fatores externos. “Eu seguia vários blogueiros e estava a cada minuto querendo alguma coisa que não era possível: uma viagem, um cabelo novo, uma roupa, uma make. É preciso entender que a vida real é diferente, inclusive a delas”, conta Fernanda.

Passo 2: Lembre-se que nem tudo é tão real assim. É isso mesmo. Muitas vezes, os produtos, aparelhos eletrônicos e roupas que os influencers usam são enviados para eles. Ou seja, eles não pagaram nada por isso. Diferente da maioria das pessoas, certo?

Passo 3: não rotule. A vida dos blogueiros é a vida ideal. O corpo deles é o corpo ideal. Aquele influenciador tem tudo que eu queria ter. A verdade é que viver livre dos rótulos, dos pré-conceitos, das ideologias e dos valores pré-concebidos é muito mais saudável.  Tente olhar para você e identificar suas qualidades, os momentos bons do dia a dia e parar de se comparar com pessoas que você nem conhece.

Passo 4: Escolha um nicho de interesse. Os influenciadores são especializados em moda, entretenimento, nutrição, tecnologia, dieta, exercícios, moda plus size, entre tantos outros….Se você segue vários, tente reconhecer quais te inspiram, quais que te motivam e aqueles que apenas te fazem mal por despertarem aquela sensação de que você nunca será capaz. Depois, já sabe: faça uma limpa nos que incentivam o consumo excessivo e inspire-se nos escolhidos.

Passo 5: Pare e pense antes de se deixar levar. Quando estiver passando pela timeline e sentir vontade de comprar aquele produto que seu influenciador está usando ou dizem que é ótimo, avalie esse impulso. Será que aquele produto é bom mesmo? E mesmo se for, você precisa dele?  Para avaliar melhor, use as mesmas técnicas listadas em “13 regras da boa compra online” e fique de olho para ver se essa vontade repentina não some logo. Além disso, mesmo que o influenciador seja alguém que você gosta e confie, o ideal é que, na hora de comprar algo, sempre haja uma pesquisa prévia. Quer mais uma ajuda? Descubra aqui se você tem o hábito de comprar por impulso.

 

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

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